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Desde ontem, 8 de abril, que tem sido identificada uma campanha de phishing através de SMS em nome do SNS24, o tema é a pandemia COVID-19.

Num momento em que os softwares que facilitam o contacto remoto entre as pessoas têm ganho maior aderência foi detetada uma vulnerabilidade no Zoom, software para videoconferências, que permite a um atacante roubar remotamente as credências de utilizador Windows e até mesmo executar código remotamente no sistema da vítima.

A Europol, agência da União Europeia (UE) responsável por garantir o cumprimento da lei, lançou um relatório sobre como os criminosos se podem aproveitar deste estado de pandemia em que a União Europeia e o resto do mundo se encontram. O cibercrime foi um dos focos deste relatório.

Aproveitando-se do momento em que a sociedade vive atualmente, os malwares Trickbot e Emotet usam notícias sobre o coronavírus para evitar a sua detecção por softwares de segurança que utilizam inteligência artificial e machine learning para detetar malware.

A Microsoft lançou uma atualização de segurança extraordinária para resolver uma vulnerabilidade no Windows, os detalhes desta vulnerabilidade foram divulgados na passada terça-feira, como parte da habitual Patch Tuesday da Microsoft.

Recentemente foi descoberta, pela ESET (empresa de cibersegurança sediada na Eslováquia), uma vulnerabilidade que afeta mais de mil milhões de dispositivos. Esta vulnerabilidade, denominada "KrØØk", afeta os dispositivos equipados com chips Wi-Fi da Broadcom e Cypress.