Segurança dos fornecedores não preocupa maioria das empresas

Segurança dos fornecedores não preocupa maioria das empresas

Apenas duas em cada cinco empresas estão preparadas para as ameaças emergentes da transformação digital, revela o relatório de 2021 de Risco de Cibersegurança da Aon.

Grande parte das instituições de investigação científica e infra-estruturas críticas em todo o mundo (fornecedores de gás, luz e electricidade) apenas tem um nível básico de cibersegurança, poucas empresas se preocupam com a segurança dos fornecedores com quem trabalham e há cada vez mais hackers a pedirem resgates — entre 2018 e 2020 os casos aumentaram 400%.

São estas as grandes conclusões do relatório de 2021 de Risco de Cibersegurança da Aon, uma das maiores corretoras do mundo que trabalha com gestão de risco.

A informação baseia-se em dados fornecidos por 996 organizações da América do Norte, Europa, Médio Oriente, África e Ásia-Pacífico. Ao todo, apenas duas em cada cinco mostram-se preparadas para enfrentar as ameaças emergentes da transformação digital, incluindo o aumento do trabalho remoto.

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